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Seminário discute preconceito e invisibilidade da população LGBT

A INICIATIVA reuniu cerca de 40 pessoas no auditório do IC-2 no campus UFES-Goiabeiras, em Vitória.

 

Marcando o Dia da Visibilidade Lésbica (29 de agosto) e o Dia da Celebração Bissexual (23 de setembro), a Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDH), por meio da Gerência de Diversidade Sexual e Gênero, realizou, nessa segunda-feira (16), o 1º Seminário Estadual de Diversidade Sexual e Gênero com o tema “Saúde, Direitos e Lutas em Diálogo”. O objetivo principal do evento foi subsidiar a discussão sobre preconceito e invisibilidade.

A iniciativa contou com a parceria do departamento de Psicologia e com o Programa de Pós-graduação em Psicologia Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e reuniu cerca de 40 pessoas no auditório do IC-2 no campus Goiabeiras da universidade, em Vitória.

Participaram da mesa a advogada Roberta Goronsio, a historiadora Bel Rizzi, a psicóloga Laís Sudré e a psicóloga da equipe da Gerência LGBT+ da SEDH, Marina Francisqueto Bernabé, que mediou o debate.

Na oportunidade, Laís Sudré destacou a importância de discutir a temática. “Não podemos desconsiderar o preconceito como forma de causa de saúde mental da população LGBT. Discutir sobre o bem-estar dessas pessoas é importante, já que cada dia parece que temos um direito a menos”, pontuou.

Já Bel Rizzi ligou o tema ao Setembro Amarelo. “A bissexualidade e o suicídio se interligam em algum contexto. Me pergunto se não é por acaso que são lembrados no mesmo mês”, ponderou a historiadora.

A psicóloga Marina Bernabé aproveitou a oportunidade para ressaltar sobre a importância da criação e do fortalecimento desses espaços. “Eles possibilitam a construção de um lugar comum, onde é possível promover a troca e a produção de conhecimento sobre as temáticas de diversidade sexual e gênero. Considerando o contexto atual, a aproximação da SEDH com a Universidade se constitui como uma importante estratégia de luta por direitos e melhorias das condições de vida de uma parcela da população que é violentada simplesmente por existir”, enfatizou.

 

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