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Sedes participa de Seminário sobre Inovação para Comércio Internacional de Serviços

Com a proposta de apresentar as potencialidades do Espírito Santo aos investidores chineses, o secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip, participou do Seminário sobre Inovação para Comércio Internacional de Serviços. O evento, proposto pelo Consulado Geral da China no Brasil, foi realizado na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, nessa segunda-feira (09).

O seminário teve por objetivo reforçar a importância da inovação para comércio de serviços e aprofundar a cooperação no Fórum de Macau, um acordo de cooperação econômica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa.

Durante sua apresentação, o secretário Marcos Kneip destacou aspectos do ambiente de negócios do Estado e o reforço das relações comerciais estabelecidas com os chineses. “A China é uma grande parceira do Estado, principalmente na exportação de blocos de granito e café. A expectativa é de que essa relação seja ainda mais fortalecida, com a iniciativa do Governo Federal de dispensar o visto de chineses. Esperamos que a medida contribua tanto para o turismo quanto para a atração de novos negócios”, afirmou.

Kneip também defendeu a cooperação multilateral entre os países, já que comércio de serviços depende de diferentes tipos de acordos. Ele também aproveitou a oportunidade para convidar o vice-ministro do Comércio dada República Popular da China, Wang Bingnan, para uma visita ao Estado.Sedes participa de Seminário sobre Inovação para Comércio Internacional de Serviços 3

“Apresentei ao vice-ministro nossas diferentes iniciativas para a desburocratização dos processos e o convidei para esta visita. A solidez fiscal do Estado certamente é um grande atrativo para os chineses. Além disso, queremos ser um Estado pautado pelo desenvolvimento inclusivo, sustentável, economicamente viável, conectado e aberto ao mundo”, pontuou.

O vice-ministro Wang Bingnan frisou o interesse dos chineses no aumento de parcerias com o Brasil, sobretudo, no setor de serviços. “Atualmente, 65% da economia da China é proveniente de serviços, e o Brasil só participa com 1% desse total e queremos elevar este índice. Nosso setor de serviços cresce duas vezes mais que o setor de comércio, se revelando uma excelente janela de oportunidades”.

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