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Governador Casagrande visita parque fabril do Instituto Butantan, em São Paulo

 

Governador Renato Casagrande no parque fabril do Instituto Butantan, em São Paulo (SP), nesta sexta-feira (23).

O governador do Estado, Renato Casagrande, visitou, na manhã desta sexta-feira (23), o parque fabril do Instituto Butantan, em São Paulo (SP). No local, a comitiva capixaba acompanhou o envase de doses da CoronaVac, que está sendo utilizada na imunização da população contra o novo Coronavírus (Covid-19). Casagrande manifestou o interesse na aquisição futura da Butanvac, vacina contra a Covid 100% feita no Brasil, além de fomentar uma parceria entre o Instituto e o Laboratório Central do Estado (Lacen).

“Nosso primeiro objetivo com essa visita é conhecer o Instituto, que é uma referência em salvar vidas. Segundo, demonstramos o nosso interesse em adquirir a vacina do Butantan, a Butanvac, assim que ela estiver à disposição para adiantarmos a imunização dos capixabas. Na segunda-feira [26], vou encaminhar um ofício ao Instituto para solicitar a reserva de quatro milhões de doses da Butanvac para aquisição pelo Governo do Estado, quando ela estiver pronta. Outro objetivo é fomentar uma parceria entre o Instituto Butantan e o Lacen para que possamos fazer um intercâmbio de pesquisadores e investimentos, que certamente irão nos ajudar em dificuldades no futuro”, afirmou Casagrande.

Após visitar a área de envase da CoronaVac, a comitiva capixaba conheceu o local onde é produzida a vacina contra influenza e, posteriormente, a Butanvac, que ainda está em fase de testes. Participaram da visita, o secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento Econômico, Tyago Hoffmann e o secretário especial de Governo do Estado de São Paulo, Antônio Imbassahy.

O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, se mostrou aberto aos pedidos da comitiva capixaba. “É uma satisfação imensa recebê-los no Instituto. Vamos trabalhar para atender todos os pleitos e cooperações o mais rápido possível. O capixaba pode ficar tranquilo, pois estamos abertos à essas cooperações. Digo o seguinte, que o momento é de oportunidades para a ciência para que o País sai forte e se prepare para as próximas epidemias, pois elas irão acontecer.

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